1: instalo o jogo 2: jogo o jogo 3: me vicio no jogo 4: vejo que da pra instalar mods 5: o sherek esta atras de mim 5: estou matando zumbis do minecraft com ajuda do Shadow o ouriço, Hatsune Miku e Kratos. 6: baixo mais mods e mais mapas 7: baixo mod para os npcs ficarem inteligentes 8: o npc joga uma bomba do meu lado e eu morro 9: o npc agr consegue digitar "GG" no chat 10: descubro que com ou sem mods eu odeio o Hunter e a Witcher 11: personalizo todo meu pc com o tema desse jogo 12: me apaixono pelo jogo jogo 10/10
Half-Life 2 é mais do que tiro, puzzle e física avançada. É uma reflexão disfarçada de jogo. Gordon Freeman nunca fala, mas diz muito. Ele é o símbolo do sujeito moderno: jogado num mundo quebrado, onde a ordem serve só pra oprimir, e mesmo assim ele segue, calado, fazendo o que precisa ser feito. A Cidade 17 é o retrato de uma distopia realista. Não é só ficção científica... é crítica social. É sobre controle, medo, e como até a tecnologia pode ser usada pra desumanizar. Mas o jogo mostra também que até num lugar assim, ainda dá pra resistir. Às vezes com uma arma, às vezes só com uma alavanca ou um objeto puxado com a gravity gun. Não existem escolhas explícitas no jogo, mas a própria jornada de Freeman já é um ato de liberdade. Sem precisar falar uma palavra, ele nos lembra que resistir também é um jeito de existir. E que até no silêncio, dá pra gritar.