resultados euromillones 8 julio 2022 Half-Life 2 é mais do que tiro, puzzle e física avançada. É uma reflexão disfarçada de jogo. Gordon Freeman nunca fala, mas diz muito. Ele é o símbolo do sujeito moderno: jogado num mundo quebrado, onde a ordem serve só pra oprimir, e mesmo assim ele segue, calado, fazendo o que precisa ser feito. A Cidade 17 é o retrato de uma distopia realista. Não é só ficção científica... é crítica social. É sobre controle, medo, e como até a tecnologia pode ser usada pra desumanizar. Mas o jogo mostra também que até num lugar assim, ainda dá pra resistir. Às vezes com uma arma, às vezes só com uma alavanca ou um objeto puxado com a gravity gun. Não existem escolhas explícitas no jogo, mas a própria jornada de Freeman já é um ato de liberdade. Sem precisar falar uma palavra, ele nos lembra que resistir também é um jeito de existir. E que até no silêncio, dá pra gritar.
Comecei a jogar porque aparentemente esse jogo é uma obra-prima, um dos melhores de todos os tempos. E realmente, agora dá pra entender quem diz isso! O jogo envelheceu que nem vinho, ele fez 20 anos afinal, mas ainda assim é um dos melhores FPS de todos os tempos. Todas as músicas são dignas de filme de ação, bem como os momentos bombásticos que também parecem de filmes de ação. A história e os personagens são excelentes, as armas são bem normais, mas o design de som delas é impecável, tirando é claro a gravity gun, que é de longe a melhor parte do jogo pra mim. Outra coisa, esse jogo é super atmosférico, como é de se esperar de jogos da Source, mas esse aqui em específico é outro nível. Conclusão: esse jogo faz jus ao hype, recomendadíssimo!