Esse é o jogo da minha vida. Eu… acho que poderia falar inúmeras coisas sobre ele. Como ele tem um dos universos que, pra mim, são dos mais ricos de toda a história da indústria de jogos de zumbi. Como, muitas vezes, eu descobria coisas novas graças à comunidade desse jogo. E como cada um dos personagens apresentados (tanto os do L4D1 quanto os do L4D2) são maravilhosos. A estética, os cenários… tudo reflete muito bem tanto a ideia de um apocalipse redneck triste, quase dramático, quanto a de algo totalmente engraçado e cooperativo. Mas… pra mim esse jogo significa algo mais. Bons tempos. Eu sou meio apegado a eles (de acordo com os idiotas que me viam jogando isso aqui). Mesmo assim, esse jogo me deixou satisfeito por muito tempo. Hoje tenho muitos outros à minha disposição. Na verdade, nem tempo eu tenho direito pra jogar alguma coisa. Mas quando eu tinha… eu gastei cada minuto aqui. E, Deus… eu adorei cada maldito minuto. Seja passando raiva com a Workshop, sofrendo crashes por instalar 99.999 mods de uma vez, ou simplesmente me divertindo e xingando com meus amigos até altas horas da noite — antes de levar uma surra da minha mãe. Esse jogo faz parte das minhas boas memórias. Não que fosse tudo, mas é inegavelmente parte do meu hall de jogos preferidos. Um daqueles que eu tatuaria na testa se não tivesse um mínimo de bom senso (provavelmente eu teria feito isso antigamente). Enfim… esse daqui é e sempre vai ser um dos melhores jogos que já joguei. E, o mais importante, uma das minhas melhores memórias. Pela prática. Pela diversão. E pelas pessoas. Now, Gabe Newell… learn to count to three, damn it. Or I’ll shit on your door.
Conheci esse jogo pois vi na internet o teste do Left for Dead 1 em uma placa de vídeo que pretendia comprar (HD4470 da finada ATI Radeon). Sem nenhuma indicação, resolvei comprar o jogo sucessor, o Left for Dead 2. É muito divertido e realmente me fez continuar comprando jogos desde então na STEAM. Foi o primeiro jogo que adquiri na época. Realmente foi o primeiro contato com um jogo com gráficos superiores e que não travavam meu PC. Isso lá por 2012. Então ver que realmente dá para simular gráficos de cenário, pessoas com a leveza que o L4D2 faz me deixou muito surpreso com esse jogo. Agora, a parte boa são os sustos toda a hora. Divirto-me muito, os monstros cuspidores, os das garras, as bruxas. Dependendo da dificuldade vai ficando mais duro chegar até o fim dos cenários. As vezes, você fica sozinho bem no fim da saga e tem de se virar um capítulo inteiro. É incrível como a Valve conseguiu com tanto pouco criar um jogo bacana, com uma história tão bizarra como essa de zumbis e monstros.