O Melhor jogo que eu joguei esse ano, sem sombra de dúvidas, uma gameplay tão imersiva que eu fiquei jogando direto sem ver o tempo passar, a história é perfeita, jogabilidade muito boa, ambientação é maravilhosa, até o momento registrado de 34 horas, não vi nenhum defeito gigantesco, claro, pelo jogo ser antigo as vezes tem uns bugs, na minha experiência aconteceu somente 4 vezes, durante o jogo inteiro. Half life 2 te coloca na pele de Gordon Freeman, um ex-cientista da Black Mesa com uma armadura que é resistente a quase tudo, capaz de fazer inúmeros feitos durante a campanha, tentando salvar o resto da humanidade que sobrou após uma invasão alienígena, juntamente com um grupo de resistência que lhe ajuda ao decorrer do game. Apos terminar a campanha principal (se você comprou o game pela Orange Box) tem uma continuação em forma de DLC. Eu sempre ouvi falar que esse jogo era muito bom, ate falaram que era o jogo perfeito sem erros, então eu resolvi testar e tirar minhas próprias conclusões, e realmente, o jogo é perfeito (na minha visão), com toda certeza dou um 10/10, as fases são diversificadas, em certas partes você ta dirigindo um carro matando tudo que vê pela frente, outra você ta explorando uma cidade abandonada e assustadora, outro momento você vai estar derrubando helicópteros, é muito divertido e ao mesmo tempo desafiador em certos momentos. Se você estar pensando em comprar, apenas compre e jogue, eu lhe garanto que vai gostar, marcou gerações e o mundo dos jogos, uma grande inovação, mesmo o jogo tendo 25 anos, continua sendo muito muito muito bom!
Half-Life 2 é mais do que tiro, puzzle e física avançada. É uma reflexão disfarçada de jogo. Gordon Freeman nunca fala, mas diz muito. Ele é o símbolo do sujeito moderno: jogado num mundo quebrado, onde a ordem serve só pra oprimir, e mesmo assim ele segue, calado, fazendo o que precisa ser feito. A Cidade 17 é o retrato de uma distopia realista. Não é só ficção científica... é crítica social. É sobre controle, medo, e como até a tecnologia pode ser usada pra desumanizar. Mas o jogo mostra também que até num lugar assim, ainda dá pra resistir. Às vezes com uma arma, às vezes só com uma alavanca ou um objeto puxado com a gravity gun. Não existem escolhas explícitas no jogo, mas a própria jornada de Freeman já é um ato de liberdade. Sem precisar falar uma palavra, ele nos lembra que resistir também é um jeito de existir. E que até no silêncio, dá pra gritar.